Nota del Presidente de FPAA

Sobre el Congresso Arquitetura e Sustentabilidade na Amaz˘nia.

A Amazônia tem inegável e inconteste importância ao equilíbrio da estabilidade ambiental do planeta, sua preservação e manejo sustentável no Brasil, Colômbia, Bolívia, Venezuela, Guiana Francesa, Suriname, Equador e Peru é condição sine qua non para a existência saudável da atual e das futuras gerações.

A partir desse pressuposto a Federação Panamericana de Associações de Arquitetos (FPAA), entidade que congrega 32 seções de países do continente americano, onde atuam mais de 600 mil arquitetos, homologou a proposta do Colégio de Arquitetos do Peru (CAP) de incorporar a temática em seus trabalhos e promover o I Congresso Internacional Arquitetura e Sustentabilidade na Amazônia.

A efetivação da primeira versão, ocorrida na cidade de Iquitos, Peru, em Julho de 2013, organizada pelo CAP-Região Loreto, resultou na “Carta de Iquitos”, com considerações de relevância e ponto de partida ao II Congresso Internacional Arquitetura e Sustentabilidade na Amazônia, a ser realizado na cidade de Manaus, Setembro de 2016, sob organização do Departamento do Estado do Amazonas do Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB-AM).

Por se tratar de um projeto inovador, a FPAA, no uso das prerrogativas que lhe cabem enquanto Innovating Partner do Programa de Cidades do Pacto Global das Nações Unidas (UNGCCP), classifica o Congresso Arquitetura e Sustentabilidade na Amazônia como um projeto inovador e traz à soma do evento a chancela do UNGCCP.

Conforme se estruturam as prerrogativas do UNGCCP, é imprescindível que as iniciativas relativas às cidades objetivem coalizão entre sociedade organizada, iniciativa privada e empresarial e gestores públicos. É certo que o modelo de ação conjunta permite inovações e possibilita melhores condições de resolução nas complexas demandas do espaço habitado.

Os benefícios resultantes de ações como o II Congresso Internacional Arquitetura e Sustentabilidade na Amazônia certamente trarão convergências de adequação ambiental, qualidade de vida à sociedade e justificarão a existência de nossas entidades.

Inquietações, debates, reflexões e inovações surgirão, entretanto a poética da arquitetura poderá sintetizar um novo paradigma, generalista perante a natureza e generosamente humano à realidade do Século XXI.         

Arq. Dr. Joao Virmond Suplicy Neto
Presidente
Federación Panamericana de
Asociaciones de Arquitectos